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SIMTED de Aquidauana apoia paratleta da Pestalozzi

SIMTED de Aquidauana apoia paratleta da Pestalozzi

O SIMTED de Aquidauana em parceria com a FETEMS, entregou nesta semana ao paratleta da Pestalozzi Jerry Maidana Leite em Aquidauana, um kit de Bocha na intenção de apoiar os treinamentos o deixando apto a participação de campeonatos na modalidade Bocha Adaptada.

Segundo seu treinador e professor Lázaro Antônio Sena, além de outras atividades, Jerry participará do Campeonato Brasileiro Paraolímpico em São Paulo no mês de setembro deste ano e na oportunidade agradeceu ao Sindicato e a Fetems o apoio a Jerry.

"Nossa missão é a superação, a qualidade de vida melhor a nossos irmãos. Presenciar a garra e vontade do paratleta Jerry, nos faz ver que há muito mais a oferecer a nossa comunidade e acreditamos sim, que podemos fazer a diferença e vencer, declarou Florêncio – presidente do SIMTED de Aquidauana".

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BOCHA: SAIBA MAIS SOBRE A MODALIDADE

Competem na bocha paralímpica paralisados cerebrais severos que utilizem cadeira de rodas. O objetivo do jogo é lançar bolas coloridas o mais perto possível de uma bola branca chamada de jack (conhecida no Brasil como bolim). É permitido o uso das mãos, dos pés ou de instrumentos de auxílio para atletas com grande comprometimento nos membros superiores e inferiores. Há três maneiras de se praticar o esporte: individual, duplas ou equipes.

Antes de começar a partida, o árbitro tira na moeda (cara ou coroa) o direito de escolher se quer competir com as bolas de couro vermelhas ou azuis. O lado que escolhe as vermelhas inicia a disputa, jogando primeiro o jack e uma bola vermelha. Depois, é a vez da bola azul entrar em ação. A partir de então, os adversários se revezam a cada lance para ver quem consegue posicionar as bolas o mais perto possível do jack. As partidas ocorrem em quadras cobertas, planas e com demarcações no piso. A área do jogo mede 6m de largura por 12,5m de comprimento.

Para ganhar um ponto, o atleta tem de jogar a bola o mais próximo do jack. Caso este mesmo jogador tenha colocado outras esferas mais próximas do alvo, cada uma delas também vale um ponto. Se duas bolas de cores diferentes ficam à mesma distância da esfera branca, os dois lados recebem um ponto. Vence quem acumula a maior pontuação.

As partidas são divididas em ends, que só terminam após todas as bolas serem lançadas. Um limite de tempo é estabelecido por end, de acordo com o tipo de disputa. A contagem começa quando o árbitro indica quem fará o lance até quando a bola para. Nas competições individuais, são quatro ends e os atletas jogam seis esferas em cada um deles. Nas duplas, os confrontos têm quatro partes e cada atleta tem direito a três bolas por período. Quando a disputa é por trios, seis ends compõem as partidas. Neste caso, todos os jogadores têm direito a duas esferas por parte do jogo.

Jogadores com paralisia cerebral são classificados como CP1 ou CP2, bem como atletas com outras deficiências severas (como distrofia muscular), que também são elegíveis para competir na bocha. Os jogadores podem ser incluídos em quatro classes a depender da classificação funcional.

  • BC1: Tanto para arremessadores CP1 como para jogadores CP2. Atletas podem competir com o auxílio de ajudantes, que devem permanecer fora da área de jogo do atleta. O assistente pode apenas estabilizar ou ajustar a cadeira do jogador e entregar a bola a pedido.
  • BC2: Para todos os arremessadores CP2. Os jogadores não podem receber assistência.
  • BC3: Para jogadores com deficiências muito severas. Os jogadores usam um dispositivo auxiliar e podem ser ajudados por uma pessoa, que deve permanecer na área de jogo do atleta mas deve se manter de costas para os juízes e evitar olhar para o jogo.
  • BC4: Para jogadores com outras deficiências severas, mas que não podem receber auxílio.

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Fonte: Ascom/Simted Aquidauana