Nesta sexta-feira última (3), cumprindo a agenda de programações das mobilizações a classe, o SIMTED Aquidauana esteve na Escola Estadual Coronel José Alves Ribeiro (CEJAR). As reuniões se deram tanto no período matutino como noturno, com a classe de trabalhadores na Educação da rede Estadual.
"Não basta dizer não à Reforma da Previdência do governo golpista, é necessário entender os detalhes do seu conteúdo”, declarou o presidente do sindicato.
Para o SIMTED Aquidauana, a reforma da previdência do Governo ilegítimo de Temer, dá continuidade à PEC 55 na retirada de direitos do povo brasileiro. Sendo contrária ao Projeto de Emenda da Constituição, o SIMTED de Aquidauana e sua diretoria estão em uma corrente contínua de agendamento com a classe, levando a conhecimento de todos os reais fatos que estão sorrateiramente de modo nefasto sendo divulgados pelas mídias compradas pelo Governo Temer.
"A Reforma da Previdência é só mais uma medida do governo para retirar direitos, restringir a democracia e privilegiar o grande capital do País. Na questão específica da Reforma da Previdência, o presidente acredita ser a mesma visão dos neoliberais apresentada durante o governo FHC - A Previdência está em crise e quem tem que pagar a conta são os trabalhadores aumentando sua contribuição e diminuindo seus direitos" pontuou o presidente.
"Em nenhum momento esse governo aponta para o outro lado da mesa, o dos empresários, e do próprio governo. Se existe algum problema nas contas da Seguridade Social no nosso país, esse problema está no lado do governo. É ele quem tem que esclarecer sobre o uso indevido da verba da previdência e não querer retirar direito dos trabalhadores", destacou.
Francisco Tavares (diretor financeiro do SIMTED), classificou a reforma como cruel e danosa para a sociedade brasileira. Exibiu números precisos que comprovaram que não existe o déficit acusado na Previdência, explicou como funciona o segmento de seguridade social e alertou para o fato de que “em 2016, 69% dos benefícios previdenciários foram de 1 salário mínimo e 92% inferiores a 3 salários mínimos”.
“A reforma atinge de forma cruel todos os segmentos da sociedade. Trata-se de um projeto que não tem relação nenhuma com a sustentabilidade da previdência, ele apenas usa esse tema para enfraquecer a seguridade social e fortalecer a previdência privada”, destacou.
Com SIMTED Aquidauana
SIMTED Unidos e Fortes